domingo, 19 de março de 2017

RENASCIMENTO CULTURAL E CIENTIFICO

Aula preparada para os alunos da 2ª série A da EE Prof. Joana Motta.
Aula de Renascimento para alunos da 2ª serie A - EM . EE Profª Joana Motta


terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Pré-História

Pré, significa antes de...alguma coisa. Porém, a Pré-História não se trata de um período anterior à História, mas para dar sentido ao "Pré", deve-se entender como o período anterior a invenção  da escrita. Este termo foi criado por historiadores do século XIX, que acreditavam ser impossível julgar o passado por documentos que não fossem escritos. No entanto, o período pré-histórico, conta com um riquíssimo material, que são considerados documentos, que relata as descobertas e costumes do homem. Estou me referindo as "Pinturas Rupestres". As imagens abaixo permitem observar algumas questões que ainda hoje, século XXI, são de extrema importância , como a que se refere à relação do homem com a natureza.





quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

CORRUPÇÃO X EDUCAÇÃO 

Brasil Um país com praticamente 200 milhões de habitantes, com uma grande diversidade culturale por sua grandiosidade teria condições de ser uma das maiores nações do mundo. Mas infelizmente neste imenso país paira a CORRUPÇÃO e o DESVIO de verbas públicas. Verbas essas que poderiam ser utilizadas na SAÚDE, SEGURANÇA, EDUCAÇÃO e TRANSPORTE PÚBLICO. 
Mas o tema de hoje é á educação, e a  forma como verbas estão  sendo desviadas do setorjá provocam um "Efeito Cascata" em todos os níveis; pois a  defasagem educacional gera, no curso do tempo, insegurança, exclusão social e marginalização. Consequentemente  o oportunismo,  e daí para a corrupção é só um passo. 
 A corrupção é culpada pelo baixo  salário dos professores, menos merenda e  menos equipamento escolar, tornando a escola pública pouco atrativa.  Soma-se a isso a necessidade  do aluno de baixa renda, entrar no mercado de trabalho muito cedo, e isso por si só já o deixa em desvantagem para  disputar uma vaga na Universidade Pública. 
E o "Efeito Cascata" vai seguindo seu curso, em um circulo vicioso, pois sabemos que  sem educação, sem cultura, não formaremos futuros pensadores, mas sim, pessoas alienadas, sem opinião e pensamentos próprios, que irão para as urnas sem convicção e conhecimento sobre politica, e tudo continuará como sempre: um país que anda dois passos para frente e dez para trás.

sábado, 15 de março de 2014

75 anos da anexação da Áustria pelo exército nazista alemão

Há 75 anos, Exército alemão invadia a Áustria 

A Áustria foi anexada ao Terceiro Reich alemão em 12 de março de 1938. "Deus proteja a Áustria", foram as últimas palavras chanceler austríaco Kurt Schuschnigg  em 11 de março de 1938 às 19h47,  no seu último discurso no rádio.  Adolf Hitler havia chantageado o país: ou o governo renunciava, ou as tropas alemãs a ocupariam. O presidente Wilhelm Miklas e Schuschnigg, sabiam que era inútil resistir. O dia seguinte marcou o fim do Estado da Áustria. Às oito horas da manhã, as tropas alemãs entravam no país. Na tarde do mesmo dia, Adolf Hitler chegava de carro a Braunau am Inn, cidade próxima à fronteira onde ele nascera em 1889. Em vez de resistência, houve júbilo. No dia seguinte à chegada das tropas à Áustria, o diário oficial do Reich publicou a Lei de Reunificação da Áustria com o Império Alemão, elaborada pelo líder e chanceler do império Adolf Hitler. Dois dias depois, ele era aclamado por 250 mil pessoas na Heldenplatz, em Viena. A última frase de seu discurso foi abafada pelos estrondosos aplausos que duraram mais de um minuto. "Como líder e chanceler da nação alemã e do império, eu registro para a história a entrada de meu país no Império Alemão."

Austríacos oferecem flores aos soldados alemães na cerimonia de boas vindas em 15 de março de 1938

Após a Segunda Guerra Mundial, foi conveniente esquecer o plebiscito que mostrou 99,7% dos eleitores austríacos aprovando a unificação, e retrocedendo um pouco mais na história, após a dissolução do Império Austro-Húngaro em 1918 grande parte da população austríaca cultivava o desejo de uma fusão com o Império Alemão. Porém por interesses políticos,  os aliados da Segunda Guerra Mundial preferiam afirmar: "A Áustria foi o primeiro país livre a se tornar vítima da agressão de Hitler…". E “ para a construção da identidade austríaca nos anos pós guerra foi importante empurrar todo o peso da responsabilidade para a Alemanha, de forma a desenvolver uma identidade nacional independente", analisa Oliver Rathkolb, professor de História Contemporânea da Universidade de Viena. Até a década de 70 historiadores austríacos preferiram defender a ideia que o resultado do plebiscito de 1938 foi alcançado com os recursos típicos do nazismo: manipulação, propaganda e terror, ignorando depoimentos dos judeus que viviam na Áustria no período e que sobreviveram aos horrores do Terceiro Reich, afirmando o interesse da população austríaca em tomar posse dos bens dos judeus, e que após a criação do Estado de Israel não pisaram mais em solo austríaco. Nesta segunda década do século 21, a Segunda Guerra continua sendo "redescoberta", e historiadores austríacos hoje reescrevem sua historia assumindo sua parte na anexação "pacifica" de 1938.
Coincidentemente aos 75 anos da anexação da Áustria pela Alemanha nazista, o mundo assiste temeroso o propósito de um país europeu, Rússia, anexar outro – ou melhor, parte de outro – a região da Crimeia que pertence à Ucrânia - com maior parte da população de descendência russa. A história do plebiscito se repete, o uso de força militar com a "desculpa" de se  garantir a liberdade do povo também se repete, espero que não se repita a história dos seis anos após 1938.


quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Idade Média - "Os Pilares da Terra" e "Mundo sem Fim"

Para quem ainda acredita – “erroneamente” -  que a Idade Média foi a Idade das Trevas muito interessante e nada enfadonho as obras de Ken Follet : – Os Pilares da Terra e Mundo sem Fim.  Ambas as obras conduzem o leitor a uma viagem pelo passado, numa época conturbada marcada pelo poder do Clero (Igreja) e dos cavaleiros, pela ambição em busca do poder e consequentemente violência em proporções inimagináveis, mesmo  para nós que vivemos no século XXI. A história gira em torno da construção da Catedral de Peterborough no interior da Inglaterra. Os personagens são os mais variados: Os construtores – servos e artesãos cujos nomes não são citados nos livros de história, não aparecem sequer nos livros de história da arte, mas sem os quais as grandes catedrais góticas nunca teriam existido.  O clero – a ambição e a fé em conflito dentro da mesma instituição – A Igreja.  A nobreza – traições, amores impossíveis, sonhos desfeitos pela violência imperante na época.

Idade das Trevas? Definitivamente não.


Impossível acompanhar o seriado – hoje disponível em DVD –, ou ler o livro e não ter a percepção dos avanços tecnológicos do período, das divergências de opiniões sobre a fé, da difícil condição de ser mulher, do início das relações comerciais e do preconceito que é mais remoto que a Idade Média - nasceu com a humanidade.